Olá! Se você chegou até aqui e ainda não visitou a aba “Sobre”, permita-me uma breve apresentação.
Sou o Rodrigo Rossi, fotógrafo e jornalista, residente e atuante na Região Sul do Brasil. Em 2026, assumi um compromisso pessoal: registrar, por meio de textos de caráter jornalístico-literário, minhas impressões sobre cada partida da Copa do Mundo da FIFA 2026. Mais do que relatar resultados, a proposta é narrar histórias, destacar personagens, analisar contextos e compartilhar as emoções que fazem do futebol um fenômeno tão singular.
Convido você a acompanhar essa jornada.
P.S.: Os textos publicados neste espaço podem conter opiniões, críticas e juízos de valor. Como jornalista e cronista esportivo, permito-me ir além da descrição dos fatos, buscando interpretá-los e refletir sobre eles, sem abrir mão do compromisso com a honestidade intelectual e a paixão pelo esporte.
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A estreia da Seleção Brasileira na Copa do Mundo da FIFA 2026 começou antes mesmo do apito do árbitro Slavko Vincic. O técnico Carlo Ancelotti lançou a escalação com surpresas para os torcedores, sobretudo a presença de Igor Thiago entre os 11 iniciais. O Brasil foi a campo, contra o Marrocos, com Alisson, Ibañez, Marquinhos, Gabriel Magalhães, Douglas Santos, Casemiro, Bruno Guimarães, Lucas Paquetá, Raphinha, Igor Thiago e Vini Jr.
Quando o apito soou, o torcedor brasileiro começou a se desesperar: nos primeiros 13 minutos da partida, o placar de arremates a gol marcava 6 a 1 para a seleção marroquina. Quando conseguiu sair de trás, o Brasil quase chegou ao gol em cabeceio de Igor Thiago. A Seleção tentava se posicionar no ataque, durante o seu melhor momento na partida até então, quando Saibari recebeu passe açucarado entre a dupla da zaga brasileira e mandou por cobertura: 1 a 0 para o Marrocos e zero culpa de Alisson na jogada.
Após a pausa para hidratação, aos 22, o Brasil tomou outro susto, mas foi letal em seguida. Bruno Guimarães chegou em frente à área e entregou assistência boa para Vini Jr., que driblou para dentro e soltou o foguete: 1 a 1 em Nova Jersey. Na reta final da parcial, as seleções alternaram momentos entre ataque e defesa, com destaque para a boa finalização de Paquetá, num voleio lindo que tinha endereço, mas contou com boa defesa de Bono. No fim, Hakimi ainda entrou de sola em Vini Jr., em lance que poderia gerar expulsão no Brasileirão, mas que Vincic sequer apitou lance de falta. Intervalo de partida em Nova Iorque e placar de 1 a 1 para o confronto entre o 6º (Brasil) e o 7º (Marrocos) colocados no ranking da FIFA.
No retorno do intervalo, parecia que Ancelotti havia dado uma sacudida no elenco. Fabinho e Danilo entraram nas vagas de Casemiro e Ibañez, mas quem assuntou primeiro foi novamente o Marrocos. Em toda a segunda etapa, a equipe marroquina mostrou-se mais envolvente que a Seleção Brasileira, que pouco chegou à meta adversária. Quando chegou, parou em Bono e na defesa africana. Na reta final, Alisson ainda operou dois milagres em chutes de El Ayanaoui e Amaimouni, já nos acréscimos. Aliás, o confronto deste sábado foi o primeiro com 2 dígitos nos acréscimos: 10 minutos. Apesar do tempo extra, nem Marrocos nem Brasil conseguiram obter iluminação divina ou inspiração e o placar da estreia da Seleção na Copa ficou mesmo no 1 a 1.
l Ayanaoui chuta de muito longe, e Alisson espalma. No rebote, Amaimou